RALPH_RSG

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Sobre RALPH_RSG

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Atividade de RALPH_RSG

  1. RALPH_RSG postou um tópico no fórum Assuntos gerais   

    Como a Tesla se tornou a montadora mais valorizada dos EUA

    O mundo das finanças está pronto para uma revolução na indústria automobilística e tudo aponta para que ela chegue pelas mãos da Tesla.
    A empresa do bilionário inovador Elon Musk, que fabrica carros elétricos de luxo, foi colocada pela primeira vez como a montadora com o maior valor de mercado nos Estados Unidos, superando gigantes históricas da categoria, como a General Motors (GM) e a Ford.
    Na verdade, é a primeira vez na era moderna que as fábricas automobilísticas mais valorizadas em Wall Street não são da cidade historicamente industrial de Detroit, mas do vanguardista e tecnológico Vale do Silício, na Califórnia.
    As ações da Tesla cresceram 3,26% e atingiram o recorde de US$ 312,39 na segunda-feira (10). Seu valor de mercado atingiu US$ 50,8 bilhões, superando a GM em cerca de US$ 1 milhão.
    CRESCIMENTO RÁPIDO
    Durante o último mês, o valor das ações da Tesla cresceu 35%. As ações subiram ainda mais na segunda-feira depois de a empresa anunciar recordes de entregas de veículos nos primeiros três meses deste ano.
    A empresa entregou mais de 25 mil unidades no primeiro trimestre, 70% a mais em relação ao mesmo período do ano passado.
    Embora as vendas ainda estejam crescendo rapidamente, a Tesla ainda segue sendo pequena quando comparada à Ford, que vendeu cerca de 6,7 milhões de veículos em 2016, ou a GM, que entregou cerca de 10 milhões.
    No mesmo período, a Tesla vendeu apenas 76.230 carros. Mas apesar de seus milhões em vendas desde 2013, o valor das ações da GM já caiu 20%.
    A General Motors está cortando suas operações fora dos Estados Unidos e anunciou em março que iria transferir suas operações europeias.
    A gigante história do automóvel também sofre porque seus modelos são cada vez mais dependentes da aquisição de tecnologia desenvolvida por outras empresas, o que deve reduzir o consumo de energia em seus veículos.
    EXPECTATIVAS
    O mercado e especialistas financeiros acreditam que o fenômeno Tesla ocorre porque os investidores apostam que Musk revolucione o setor automotivo e de energia em pouco tempo.
    Eles acreditam que o preço das ações da Tesla, que provou ser rentável durante anos, se justifica com base em expectativas de longo prazo depositadas na empresa.
    Depois de dirigir um Tesla por sete meses, o analista de mercado automotivo Alexander Potter descreveu os produtos Tesla como "cativantes".
    "A Tesla não é apenas mais uma empresa. Tesla gera otimismo, liberdade, desafio e uma série de outras emoções que, em nossa opinião, outras empresas não podem replicar", escreveu Potter em um relatório citado pela agência Reuters.
    Já o analista de tecnologia energética da consultoria Robert W. Baird, Ben Kallo, disse que "cinco anos atrás, ninguém sabia o que era Tesla. Agora, as pessoas querem um Tesla. Roubou da BMW o posto de 'carro mais desejado'".
    Kallo acrescentou que o carisma em torno do fundador e CEO da Tesla, Elon Musk, atrai pessoas talentosas e investidores.
    "A Tesla tem mais coisas dentro daquelas quatro paredes do que sabemos", disse ele.
    Também destaca a empresa a aquisição de uma fábrica de painéis solares e a instalação de uma fábrica de baterias em Nevada com o objetivo de reduzir custos de produção dos veículos em até 30%.
    Essa fábrica, quando inaugurada, também será o maior edifício do mundo.
    CÉTICOS
    Os céticos, no entanto, acreditam que os objetivos de crescimento da Tesla são pouco realistas e que a empresa corre o risco de ser superada de novo pela GM, Ford e outras fabricantes com "bolsos mais cheios", que podem apostar fortemente na área de carros elétricos.
    Além disso, a capitalização de mercado da Tesla ainda é menor do que a da gigante japonesa Toyota, de US$ 173 milhões.
    A Tesla anunciou que neste ano vai lançar o Modelo 3, que espera que ele seja vendido maciçamente por ser o único com um preço mais acessível no mercado dos EUA.
    Motivos para otimismo não faltam no Vale do Silício.
    Outro sinal de que gerou a confiança dos investidores foi a compra de uma participação de 5% da empresa feita pela empresa chinesa Tencent por nada menos do que US$ 1,78 bilhão.
    Mas, apesar de todos estes bons sinais, ainda não há certeza de nada e não se sabe ao certo se Elon Musk será para o mercado automotivo o que Steve Jobs foi para os celulares. 
    http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/04/1876007-como-a-tesla-se-tornou-a-montadora-mais-valorizada-dos-eua.shtml
     
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  2. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico [2017] Frases do Fighters   

    Parabéns Rick, tarda mas não falha....
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  3. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico Donald Trump não é protecionista, o TPP sim   

    Hahahahhahahaha... Não VH existe varias editores no site e por sinal foi dos únicos que apostou desde o inicio na eleição de Trump e acertou.. Tem dos melhores analistas do cenário politico americano por lá...
    Mas o bom mesmo é o senhor da saber que nunca está errado... Senhor de 5 empregos e contando... Aquele que ninguem mais aguenta ouvir... nem os seguidores...
    Tá serto...
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  4. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico Donald Trump não é protecionista, o TPP sim   

    Leia só Reinaldo de Azevedo... o dono da palavra...
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  5. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico Jogador cego detona um com visão !!!   

    Legal não tinha visto a historia... E realmente já tinha visto alguns player random, mas nunca disputando campeonatos...
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  6. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico The King of Fighters: Destiny - animação em computação gráfica   

    Achei bem interessante... Se virar um jogo melhor ainda...
    Tipo um RPG...
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  7. RALPH_RSG postou um tópico no fórum Assuntos gerais   

    Stand Up do Lula
     
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  8. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico [2017] Frases do Fighters   

    Boa RIck... Tirando leite de pedra nesse mês,...
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  9. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico NEGO BAM GREATEST HITS   

  10. RALPH_RSG postou um tópico no fórum Assuntos gerais   

    Ku Klux Klan: esquema de pirâmide que tirava dinheiro de racistas

    A Klu Klux Klan está no nosso imaginário como uma organização terrorista que enforcava negros, pilhava comunidades, estuprava mulheres e envergonhou os Estados Unidos em sua própria casa. Mas, na verdade, ela estava mais para uma organização de marketing estruturada em muitos níveis do que para um grupo que perseguia minorias e era eficaz em cumprir suas metas extremistas. Foi o que concluíram os economistas Roland Fryer e Steven Levitt, autor de Freakonomics, ao cruzarem dados demográficos e estatísticos sobre a organização e as regiões em que atuava.
    De acordo com a dupla, a KKK era um grande e perverso esquema de pirâmide que explorava preconceitos já estabelecidos para levantar dinheiro. Ou seja, em vez de propagar sua própria agenda racista, ela se adaptava à realidade, no pior estilo “o freguês tem sempre razão”. Se uma comunidade tinha preconceitos arraigados contra católicos, judeus ou negros, os agentes da KKK mudavam o discurso para deixá-lo mais agradável aos racistas locais e, assim, angariar fundos mais facilmente.
    Mas, antes de chegar lá, vamos à origem da Klu Klux Klan, que é digna de nota. Em 1865, seis veteranos da Guerra Civil Americana da cidade de Pulaski, Tennessee, criaram uma sociedade fraternal com trajes e títulos específicos. A ideia era se cobrir de lençóis e cavalgar sem rumo, como se fossem fantasmas. Uma piada arruaceira digna de homens entediados do interior. Porém, essa espécie de protoflash mob rapidamente se transformou em uma plataforma de amedrontamento, atraindo cada vez mais racistas à causa. Só então a perseguição violenta começou.
    Em 1870, após anos de violência na base da forca, faca ou pistola, o governo decretou a KKK uma instituição terrorista. Ela desapareceu em 1872, para voltar em 1915, em um grotesco episódio de vida imitando a arte. O filme mudo O Nascimento de uma Nação mostrou os Estados Unidos como um país em que os negros eram estupradores violentos e a KKK era um grupo heroico, formado por gente de bem. Foi um sucesso assombroso de bilheteria, que acabou inspirando o retorno da Klan à ativa. No Dia de Ação de Graças daquele ano, William Simmons liderou um grupo de 34 pessoas em uma viagem a Stone Mountain, na Geórgia, onde eles queimaram uma cruz. A cruz em chamas é, hoje, uma imagem clássica da KKK. Só que ela é uma invenção do filme. A KKK original não queimava cruzes.
    Cartaz do filme
    Em 1920, Simmons contratou a Southern Publicity Association, uma firma de relações públicas, para dar aquele gás esperto nos negócios. Deu mais que certo. Tudo graças a um deliberado esquema de pirâmide. Simmons cobrava uma taxa de inscrição de US$ 10, dos quais US$ 8 ficavam com a Southern Publicity Association, que, com 80% da grana, tinha bala na agulha o suficiente para redistribuir esse montante e organizar um time nacional de vendas. Os mais de mil kleagles, como eram conhecidos os representantes comerciais da KKK, recebiam US$ 4 para cada novo sócio angariado (o ghoul). Esse esquema foi crescendo e ganhou mais níveis envolvidos, em que as camadas mais baixas se comprometiam a gastar e as mais altas, em acumular. No começo, por exemplo, a SPA pegava esses US$ 6 restantes, embolsava 2,50, dava 1,50 ao supervisor regional chamado de grão-goblin e 2 para Simmons, o autointitulado “grande mago”.
    Grife de otário.
      
    Mas não era pagar a inscrição e pronto. Calma lá. O novo membro da KKK não podia chegar ostentando seu pijamão pontudo feito em casa. Ele ainda tinha que ralar e passar por rituais de iniciação – e gastar mais. O robe da grife KKK vinha de fabricantes parceiras e custava US$ 6,50 (cerca de US$ 90 atuais). A Klan estimulava o consumismo ao instigar seus associados a comprar uma série de produtos e serviços licenciados, como lavagem a seco dos robes, seguros de vida, capacetes, Bíblias, espadas e docinhos com a marca KKK. Isso sem contar a taxa anual de US$ 5 e outras cobranças feitas pelas patentes mais altas da hierarquia. Com tudo isso, os líderes nadaram no dinheiro. D.C. Stephenson, o chefe da KKK em Indiana, chegou a ganhar US$ 2,5 milhões por ano em valores atuais (ou três vezes mais do que o salário do presidente americano à época, Calvin Coolidge).
    Só que o grão-dragão de Indiana acabou micando o esquema, ao ser condenado em 1925 por estuprar e matar uma jovem. O escândalo provocou a debandada de membros da KKK, mostrando a fragilidade da estrutura. Em 1944, o governo a condenou a pagar US$ 685 mil em impostos, desmantelando-a de vez. Um fim estranho para uma organização terrorista. A KKK voltou a agir mais tarde, mas sem o alcance nacional de antes. Após o atentado terrorista de Charleston, em que nove pessoas foram mortas em uma igreja, em 2015, flyers da KKK surgiram, pedindo apoio à causa e oferecendo os bisonhos docinhos.
    Aqui, “KKK”, infelizmente, não são risos
    A fraqueza da KKK levou à conclusão, talvez chocante, da dupla de economistas: ela era pífia no que pretendia: demonizar minorias. Nos anos 20, a organização saltou de 1,5 milhão para 4 milhões de membros. Mas o número de linchamentos (crime típico cometido por ela) caiu no mesmo período. Isso significa, segundo os autores, que os crimes de ódio que ocorreram no território americano nos séculos 19 e 20 aconteceriam com ou sem bandos de brancos fantasiados a cavalo.
    A Klu Klux Klan foi mais uma grife do racismo do que uma máquina de opressão e morte. Uma organização que era criativa nos títulos ridículos e pródiga em arrancar dinheiro de pessoas que, além de racistas, eram trouxas.
    http://super.abril.com.br/blog/contaoutra/ku-klux-klan-esquema-de-piramide-que-tirava-dinheiro-de-racistas/
     
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  11. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico [2016] Frases do Fighters   

    Boa Rick mas podia ter criado o frases 2017.,,,,
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  12. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico PASSEI NO DETRAN !!!   

    ao ver esse topico... só me vem uma coisa na cabeça...
     

     
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  13. RALPH_RSG postou um tópico no fórum Assuntos gerais   

    Apple despenca e Google tem a nova marca mais valiosa do mundo
    Pela primeira vez em cinco anos, o Google voltou a ser dono da marca mais valiosa do mundo. De acordo com a consultoria Brand Finance, o nome do buscador atingiu valor de mercado de US$ 109,47 bilhões em 2017, ultrapassando a Apple, que despencou 27% em um ano — e ainda corre o risco de perder a vice-liderança para a Amazon, se a tendência se mantiver.
     
     
     
    O relatório da Brand Finance aponta que a valorização de 24% do Google ocorreu porque a empresa continua na liderança incontestável em buscas, que é o pilar de receita de publicidade da companhia. Por outro lado, a Apple “tem explorado a boa vontade de seus clientes, não conseguiu gerar receitas significativas de produtos novos, como o Apple Watch, e não demonstrou que tecnologias verdadeiramente inovadoras desejadas pelos consumidores estão na fila”.
    Mas, a julgar pelo gráfico, quem realmente deve estar feliz com o novo ranking da consultoria é a Amazon, uma das empresas que mais cresceu entre 2016 e 2017 e que pode chegar ao topo da lista em 2018:

    Com valorização de 53%, a marca da Amazon atingiu valor de US$ 106,37 bilhões. Como a Amazon tem atuação muito limitada no Brasil, é até difícil entender o quão gigante é a empresa de Jeff Bezos: o AmazonFresh, serviço de entrega de produtos de mercearia, se expandiu internacionalmente para Londres no ano passado, o que deve aumentar ainda mais o domínio da Amazon no varejo, e a empresa planeja criar nada menos que 100 mil postos de trabalho nos Estados Unidos nos próximos 18 meses.
    Este é o ranking das dez maiores, que conta com oito empresas dos Estados Unidos, uma da Coreia do Sul e uma da China (entre parênteses, a variação em relação a 2016):
    Google: US$ 109,470 bilhões (+24%)Apple: US$ 107,141 bilhões (–27%)Amazon: US$ 106,369 bilhões (+53%)AT&T: US$ 87,016 bilhões (+45%)Microsoft: US$ 76,265 bilhões (+13%)Samsung: US$ 66,219 bilhões (+13%)Verizon: US$ 65,875 bilhões (+4%)Walmart: US$ 62,496 bilhões (+16%)Facebook: US$ 61,998 bilhões (+82%)ICBC (Banco Industrial e Comercial da China): US$ 47,832 bilhões (+32%)Você pode conferir o relatório completo, a metodologia e um ranking das 100 marcas mais valiosas (que não inclui nenhuma brasileira) nesta página.
    https://tecnoblog.net/206700/google-apple-marcas-mais-valiosas-2017/
     
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  14. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico Donald Trump não é protecionista, o TPP sim   

    A briga com a china não vai vingar... EUA é muito dependente deles hoje me dia...
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  15. RALPH_RSG postou uma resposta no tópico PASSEI NO DETRAN !!!   

    Logica é algo que Shazam não liga muito não...
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